A China é um país
de muitas religiões e conta com mais
de 100 milhões de crentes. Professam-se
o budismo, o islamismo, o catolicismo e
o protestantismo. Além destas, há
o taoísmo, próprio do país,
o chamanismo, a igreja ortodoxa oriental
e a religião dongba. Naturalmente,
as diversas etnias e pessoas têm religiões
diferentes: o islamismo se professa entre
as etnias Hui, Uygur, Cazaqui, Quirguiz,
Tártara, Usbequi, Tajik, Donxiang,
Salar e Bonan, o budismo tibetano (também
chamado de lamaísmo) entre as etnias
tibetana, mongol, Lhoba, Monba, Tu e Yugur,
entre as etnias Dai, Blang e De'ang, o budismo
da seita hinayana, entre as etnias Miao,
Yao, Yi e outras há uma boa quantidade
de católicos e protestantes, entre
a etnia Han há budistas, protestantes,
católicos e taoístas.
Essas religiões estabeleceram organizações
próprias, de caráter nacional
e local. São de caráter nacional
a Associação Budista da China,
a Associação Taoísta
da China, a Associação Islâmica
da China, a Sociedade Patriótica
Católica da China, a Sociedade de
Bispos Católicos da China, o Comitê
do Movimento Patriótico de Três
Autonomias do Protestantismo da China, a
Associação Protestante da
China e outras. De acordo com seus estatutos,
as organizações religiosas
elegem os órgãos de direção
e os dirigentes, administram com independência
os assuntos religiosos, fundam centros docentes
religiosos, imprimem livros sagrados, publicam
revistas religiosas e se dedicam aos assuntos
de bem-estar social.
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