O Governo chinês
aprecia muito a "Declaração
Universal sobre os Direitos Humanos"
e considera que está declaração
é o primeiro documento internacional
que se exprime sistematicamente sobre o
respeito e a proteção dos
direitos humanos fundamentais, assentando
a base prática dos direitos humanos
internacionais. Ao mesmo tempo, considera
que deve-se combinar a aplicação
dos princípios gerais dos direitos
humanos com a situação nacional
dos diversos países. Devido à
diferença de sistemas sociais, aos
níveis de desenvolvimento econômico,
às tradições históricas
e culturais dos diversos países,
é natural que suas observações
e métodos de pôr em prática
os direitos humanos não sejam iguais.
A partir da situação nacional
e da tradição, de acordo com
as experiências adquiridas durante
longo tempo, a China formou seu próprio
conceito sobre os direitos humanos e formula
a lei e a política apropriada. Suas
características são:
1. Caráter amplo: Todo o povo chinês
desfruta dos direitos humanos, em vez de
uma parte das pessoas, ou algumas classes
e os estratos sociais. O domínio
dos direitos humanos dos cidadãos
chineses é amplo. Gozando dos direitos
à subsistência, à liberdade
individual e à política, o
cidadão chinês desfruta dos
direitos econômicos, culturais e sociais.
O Estado concede muita atenção
e garante os direitos humanos individuais
e os coletivos;
2. Caráter justo: Todos os cidadãos
são iguais perante a lei. Os cidadãos
gozam igualmente de todos os diversos direitos
civis estabelecidos pela Constituição
e a lei, sem ser restringidos a tomar como
norma a diferença de posses, a situação
econômica ou a etnia, a raça,
o sexo, a profissão, a origem familiar,
a crença religiosa, o grau de instrução
ou o tempo de residência.
3. Caráter real: O Estado garante
o sistema, a lei e a matéria para
a realização dos direitos
humanos. Na vida real, os direitos gozados
por todos são iguais aos diversos
direitos dos cidadãos estabelecidos
pela Constituição e a lei.
Por isso, o Estado conseguiu o apoio do
povo das diversas nacionalidades e estratos
e dos diversos partidos, das agrupações
populares e dos setores sociais.
Para um país ou nação,
os direitos humanos significam antes de
tudo os direitos do povo à subsistência
e o desenvolvimento é à base
de promoção e proteção
dos direitos humanos. Depois da fundação
da República Popular da China, o
Governo procurou sempre a resolução
do problema do vestuário e do alimento
do povo como preocupação principal
e a tarefa mais importante e fez grandes
esforços neste sentido. Mas, em 1979,
a China transferiu a preocupação
principal de seu trabalho para o desenvolvimento
econômico, pôs em prática
a política de reforma e abertura
e impulsionou muito o desenvolvimento das
forças produtivas nacionais. No fim
da década de 80 se haviam solucionado
basicamente os problemas do vestuário
e do alimento do povo e ao mesmo tempo o
problema do direito do povo à subsistência.
Com muita confiança, a China impulsiona
a reforma e abertura, desenvolve a economia
para que a vida do povo alcance nível
de vida modestamente acomodado.
A China tomou atitude positiva para participar
das atividades internacionais sobre os direitos
humanos e incorporou-se às 17 convenções
internacionais sobre direitos humanos. Através
de medidas legislativas, judiciárias,
administrativas e outras, o Governo pratica
estritamente o previsto nas convenções
e entrega a tempo informes sobre sua aplicação
a todos os órgãos de supervisão
e execução. Em 1977, o Governo
chinês firmou a "Convenção
Internacional sobre Direitos Econômicos,
Sociais e Culturais". Em outubro de
1998, firmou a "Convenção
Internacional sobre Direitos Civis e Políticos"
, em abril de 1999, publicou "Avanço
dos Direitos Humanos na China em 1998".
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