Dos
dias 7 a 15 do junho, nos palcos
do Teatro Nacional de Brasília,
do Memorial da América Latina
e na sede da Federação
das Indústrias do Rio de Janeiro,
a força da tradição
nas delicadas formas chinesas terá um
encontro inédito com a beleza
miscigenada da natureza feminina
brasileira, em grande espetáculo,
com desfiles de trajes típicos
históricos, exposições
de artesanatos e fotografias. Serão
realizados seminários com
a participação de empresárias
e lideranças políticas.
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No auditório Nereu Ramos, da
Câmara Federal, a Ministra Nilcéa
Freire, da Secretaria Especial de Políticas
para as Mulheres, será a presidente
de honra do Seminário que debaterá
o avanço da participação
das mulheres na política dos dois
países. A Federação
do Comércio do Estado de São
Paulo, na avenida Paulista, centro empresarial
e financeiro do país, sediará
o encontro sobre a presença da
mulher no desenvolvimento e os encontros
bilaterais entre empresários brasileiros
e chineses.
O presidente Luiz Inácio Lula da
Silva, o governador Requião, do
Paraná, a ministra Dilma Rousseff,
das Minas e Energia, e a ministra da Secretaria
Especial de Promoção de
Políticas de Igualdade Racial,
Matilde Ribeiro, o presidente do Senado
Federal, Renan Calheiros, já confirmaram
suas presenças, ao lado de significativas
personalidades políticas e empresariais
do Brasil e da China como Gu Xiulian,
presidente da Federação
das Mulheres de Toda a China e vice-presidente
da Assembléia Nacional Popular
e Chen Yueming, vice-presidente da Corporação
Estatal da Rede Elétrica da China.
As mais expressivas representantes das
mulheres da China e do Brasil, em congraçamento
com a sociedade brasileira, lançarão
a novos e mais elevados patamares a construção
da nova geografia social, política
e comercial alicerçada pelos dois
gigantes da Ásia e da América
Latina.
Brasil e China: os alicerces
da nova geografia social, política
e comercial
Há mais de dez anos a China cresce
a uma taxa superior a 8 %, ao ano, sendo
8,3% em 2002 e 9,3% em 2003. Suas importações
cresceram vertiginosamente. Em 1999, a
China importava 158 bilhões. Em
2004, importou 561 bilhões. A China
compra cada vez mais bens e serviços
no exterior. Foi responsável por
43% do crescimento das exportações
do Japão, 45% da Coréia
e 28% da Alemanha. Utilizou 40% de todo
o cimento produzido no mundo, 27% das
matérias primas industriais como
o aço, o ferro e o carvão,
e mais de 90% dos seus aviões foram
importados. O crescimento duradouro e
extraordinário da China tem sustentado
o crescimento mundial e alavancado os
seus parceiros.
O Brasil, até os anos 70, durante
40 anos, foi o país que mais cresceu
no mundo. Em 2004, com uma pequena queda
das taxas de juros, voltou a crescer 6%.
Tem as maiores reservas florestais, minerais
e de água doce. O maior parque
industrial da América Latina. Nossa
agroindústria bate recordes de
crescimento. A miscigenação
de raças ajudou a nos tornar um
povo trabalhador, determinado, criativo,
alegre e amante da paz.
A nova geografia social, política
e comercial passa por esta parceria estratégica
para vencer a estagnação
mundial. Brasil e China, gigantes da América
e da Ásia, a aliança do
milênio.
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