A CMB foi fundada em 1985, em Congresso
realizado em São Paulo, no palácio
das Convenções do Anhembi.
Construindo e ampliando a unidade entre
as brasileiras empresárias, profissionais
liberais, artistas, líderes comunitárias,
sindicalistas e políticas, a CMB
tem elevado a participação
e auto-estima feminina e garantido como
políticas públicas para
a mulher, programas em saúde, habitação,
educação, formação
e capacitação profissional
e a criação de espaços
como delegacias de defesa da mulher e
Conselhos de Governo em todas as instâncias.
Em 19 anos, mães chefes-de-família
abrigaram seus filhos em 21.000 casas
e apartamentos construídos em mutirão,
com projetos desenvolvidos com o Governo
federal, governos estaduais e municipais
sendo destaque na Conferência Habitat
II da ONU.
O pioneiro projeto de alfabetização
executado desde 1990, “Mulher, Educar
para Participar, Alfabetizar para Uma
Vida Melhor”, recebeu Menção
Honrosa da ONU por indicação
do então governo federal de Itamar
Franco, iniciando o processo de educação
de 7.800 mulheres adultas. Atualmente,
a CMB está alfabetizando 31.000
companheiras em todo Brasil, na área
rural e urbana, em projeto do Governo
Federal - o Alfabetização
Solidária e, tem buscado e encontrado
apoio, em empresas nacionais e multinacionais,
como a Editora Ática e a rede de
Supermercados Carrefour.
Capacitando profissionalmente 86.000 mulheres
em diversos Estados, estimulamos a geração
de renda, com a formação
de micro-empresas e cooperativas decisivas
no combate à fome, acelerando o
processo de inclusão social.
O combate à AIDS; às demais
doenças sexualmente transmissíveis;
ao câncer ginecológico e
de mama; à gravidez na adolescência;
às doenças endêmicas
como dengue e malária tem sido
alvo de campanhas e mobilizado centenas
de lideranças da CMB.
A participação no Conselho
Nacional da Condição Feminina
e no Conselho de Segurança Alimentar,
órgãos do governo federal,
tem integrado ainda mais as relações
da CMB com outras organizações
femininas no país, como também
demais Ongs representativas de diversos
setores sociais. Em vários Estados
e municípios, as filiadas da CMB
presidem ou integram Conselhos Femininos
de Governo.
Recentemente, a CMB, através de
sua presidente, Márcia Campos,
assumiu grande responsabilidade internacional
ao ser eleita Presidente da Federação
Democrática Internacional de Mulheres
- FDIM, fundada em 1945 e representante
de organizações femininas
de 100 países.
A bandeira da paz, do desenvolvimento
e da igualdade de direitos estabelecida
pelas mulheres logo após o término
da II Guerra Mundial, conta hoje, diretamente
com os esforços das brasileiras
unidas às mulheres de todo o mundo.
A FDIM participa da ONU com estatuto consultivo
no Conselho Econômico e Social (ECOSOC).
É também participante da
Unesco (estatuto consultivo para Educação,
Ciência e Cultura) e Unicef, no
Fórum das Nações
Unidas para Infância. É inscrita
no Registro Especial da OIT - Organização
Internacional do Trabalho e ainda contribui
ativamente nas ações da
OMS - Organização Mundial
de Saúde e da FAO - Organismo da
ONU para a Agricultura e Alimentos.
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