| Costumes e Práticas Comerciais
Regras gerais de conduta
Em termos
gerais, os chineses não são
muito amigos do toque. Isso vale sobretudo
para os visitantes. Portanto, evite tocar
os seus interlocutores, ou qualquer forma
de contato físico prolongado.
Evite ser efusivo, principalmente com pessoas
mais idosas. As demonstrações
públicas de afeto são muito
raras. Por outro lado, pode-se ver pessoas
do mesmo sexo andando de mãos dadas,
o que é apenas um gesto de amizade.
Não
se aborreça se os chineses não
sorrirem quando forem apresentados. Os chineses
guardam os sentimentos em vez de expressá-los
abertamente.
Os Chineses
geralmente são muito pontuais, e
esperam o mesmo de seus interlocutores.
O ritmo do trabalho é diverso do
brasileiro: começa-se e acaba-se
cedo. Compromissos poderão ser marcados
para as 9h. Jantares ou banquetes geralmente
começam entre 18h30min e 19h, com
os convivas pontualmente sentados à
mesa nesses horários.
É
importante prestar atenção
aos números, pois os chineses lhes
atribuem grande importância. O número
8, por exemplo, sugere prosperidade. Já
o número 4 soa como morte e deve
ser evitado. Os números múltiplos
de cinco são sempre recomendados.
Cumprimentos/ apresentações
Na China,
em contato de negócios, a apresentação
deve ser feita através de um “intermediário”
de confiança, respeitado por ambas
as partes, familiares, clientes, fornecedores,
entidades oficiais, etc. Se o empresário
for apresentado pela pessoa correta, as
negociações começarão
da melhor forma e todas as atenções
dirigidas a essa pessoa também serão
transferidas ao estrangeiro apresentado.
Na China não lhe perguntam o que
você é, mas quem você
conhece ou a que grupo pertence. Qualquer
precipitação na tentativa
de fazer negócios na China, sem os
conhecimentos devidos, é um convite
ao insucesso.
A procura
de um intermediário pode ser feita,
eventualmente, através de um chinês
que viva no exterior que você conheça.
Ele poderá estabelecer contato entre
você e seus familiares na China. Encontrado
o intermediário certo e chegado o
momento da apresentação formal,
o empresário não deve esquecer
de ter sempre à mão um número
razoável de cartões de visita.
Tendo em vista que é muito difícil
para os chineses lembrarem-se dos nomes
ocidentais, os cartões devem ser
bilíngües: uma face em inglês,
e a outra com a tradução do
nome e da posição ocupada
em chinês.
No primeiro
encontro, a cerimônia da troca de
cartões deverá ser seguida
com cuidado. Os cartões devem ser
recebidos e entregues com as duas mãos
– o cartão virado para o interlocutor,
com a face chinesa para cima. Leia o cartão
com atenção, pois ele representa
a pessoa que está na sua frente,
a quem todo o respeito é devido.
Durante a reunião, coloque-o em local
visível para futura referência.
Na tradição
chinesa o primeiro nome que aparece no cartão
é o sobrenome e portanto aquele pelo
qual a pessoa deve ser tratada. Se seu interlocutor
ocupar posição importante,
dirija-lhe a palavra pelo título,
seguido ou não do sobrenome como,
por exemplo, “Diretor Wang...”
As apresentações, tal como
a precedência em qualquer situação,
são feitas por ordem de senioridade.
A China continua a ser uma sociedade muito
hierarquizada, onde é atribuída
grande importância ao “status”
que cada um detém na empresa ou organização.
Assim, é possível avaliar
o interesse que uma visita representa, pela
posição ocupada pelos interlocutores
chineses. Se a delegação visitante
for composta por funcionários de
segundo ou terceiro escalão, isso
poderá ser interpretado como sinal
de pouco empenho nas negociações.
De qualquer modo, a parte chinesa organizará
somente encontro de funcionários
de hierarquia equivalente. Nesse sentido,
pode ser aconselhável “dourar”
um pouco a tradução chinesa
dos cargos dos delegados. A fim de evitar
mal-entendidos, é aconselhável
o envio prévio de lista com os nomes
e os cargos dos membros de missões
empresariais.
O aperto
de mãos é, como no Ocidente,
a forma mais comum de cumprimentar uma pessoa
na China. Contudo, os chineses tendem a
apertar as mãos de uma forma mais
leve do que no Ocidente e durante um período
de tempo mais prolongado, balançando
bastante o braço. Respeito e sinceridade
são os sentimentos que, por todas
as formas, deve-se procurar demonstrar ao
longo dos encontros. Por outro lado, qualquer
manifestação que possa ser
interpretada como arrogante ou de intimidade
excessiva deve ser evitada.
Conversação e comunicação
É muito
provável que o seu anfitrião
na China não fale inglês e
que se faça acompanhar por um intérprete.
É também provável que
as reais capacidades de entendimento desse
intérprete, quanto à língua
inglesa, estejam muito aquém do que
se possa imaginar. E, por uma questão
de “face”, raramente ele lhe
pedirá para repetir. A fim de evitar
mal-entendidos, as seguintes indicações
são úteis:
Utilize uma
linguagem simples, martele as palavras tentando
não ligá-las. O emprego de
palavras diferentes pode confundir o seu
interlocutor e poderão surgir, facilmente,
situações de contradição;
Esclareça imediatamente qualquer
mal-entendido. São freqüentes
os problemas com números, sobretudo
com os sufixos ingleses “teen”
e “ty”, que são entendidos
e ditos da mesma maneira. Enquanto no Ocidente
a contagem se faz de três em três
casas, na China faz-se de quatro em quatro.
A unidade de contagem é o “wan”
e equivale a 10.000 – um milhão
corresponde a 100 “wan”. A fim
de evitar confusões, é aconselhável
que os números sejam também
escritos. Ao escrevê-los, para um
melhor entendimento por parte do seu interlocutor,
abstenha-se de assinalar os milhares com
qualquer pontuação;
Mostre-se
bem-humorado, mas não utilize o humor.
A utilização de anedotas,
expressões idiomáticas, trocadilhos,
deve ser evitada. Tudo isso tem uma marca
cultural muito própria que, além
de não ser entendida por outras culturas,
pode causar situações embaraçosas;
Lembre-se
que as línguas ocidentais são
lineares, mas a língua chinesa é
contextual. Se na nossa língua não
entendemos uma palavra, podemos ainda assim
entender o sentido. Mas no contexto chinês,
se uma palavra (em inglês) não
é entendida, tampouco o será
toda a frase. Por isso, se se perceber que
algo não foi compreendido, é
melhor repetir novamente toda a expressão;
Se
for possível, leve também
o seu próprio intérprete.
Informe-o previamente do que pretende tratar
durante a reunião. A fim de que a
tradução seja mais adequada,
esclareça-o sobre os seus produtos
e sobre sua empresa;
Esteja
preparado para ouvir mais do que de costume
e também para enfrentar prolongados
momentos de silêncio. Os chineses,
como todos os Orientais, dominam bem o silêncio
e utilizam-no freqüentemente como uma
estratégia de negociação.
Mostrar nervosismo nessas ocasiões
é contraproducente;
Os
orientais evitam dizer coisas desagradáveis
ou negativas diretamente. O que se segue
são algumas versões de “não”:
“Vou ver o que posso fazer…”;”Vou
fazer o meu melhor…”; “Vou
pensar no assunto…”; “É
capaz de ser difícil…”;
“Vou tentar…”; “Talvez
lhe seja mais conveniente…”;
“Acho que não tenho conhecimento
disto ainda”. Esta forma implícita
de dizer “não” nunca
fecha portas, pois a possibilidade de se
voltar ao assunto, quando for oportuno,
continua de pé. É importante
que o estrangeiro também domine a
técnica de dizer “não”
de forma indireta na China;
Não receie pedir desculpas ao menor
incidente. Na Ásia, um pedido de
desculpas não é uma admissão
de culpa: é antes considerado virtuoso
ser o primeiro a fazê-lo, a fim de
amenizar qualquer situação
desagradável;
A reunião de negócios
na China
Desde sua
chegada à China, seus parceiros chineses
(em parte por regras de etiqueta, em parte
como estratégia de negociação)
irão controlar o seu tempo e também
o protocolo. Deixe-se conduzir, porém
vá preparado para ficar mais tempo
do que aquele que inicialmente previu, e
não imponha prazos muito curtos.
Os Chineses são generosos na utilização
do tempo. Para os Ocidentais, “tempo
é dinheiro”, mas para os chineses,
“tempo é tempo” e “dinheiro
é dinheiro”. Na China acredita-se
que a paciência é sinônimo
de caráter forte e valor em qualquer
negócio. Os Chineses têm a
idéia de que os Ocidentais estão
sempre com pressa e muitos acordos são
feitos no momento da partida, sem que tenha
havido tempo para rever os pormenores.
É
provável que nada de concreto se
consiga na primeira reunião ou nas
seguintes. É provável que,
devido à tradição e
ao sistema existente na China, grupos diferentes
de negociadores apareçam em cada
reunião. É provável
que, durante ou entre reuniões, haja
prolongados períodos de silêncio
ou de inatividade.
Conheça
bem os seus produtos e a empresa que representa:
os Chineses vão explorar as mínimas
contradições. Não espere
acordos rápidos, mas sim perguntas
infindáveis, pedidos de mais informações
e uma diversidade de exigências. Esteja
preparado para ceder um pouco, mas exija
sempre qualquer coisa em troca. Mostre sinceridade
e boa vontade, mas também firmeza
e consistência .
Antes de
cada reunião, estude com cuidado
a sua apresentação, em conjunto
com seu intérprete. Prepare cópias
do resumo (em chinês) e faça-as
circular antes de a reunião começar.
Mencione com ênfase que a sua empresa
se guia por elevados padrões éticos:
imprima essa mensagem em artigos de escritório,
que poderão servir como presentes.
Mesmo que
tenha poder de decisão imediato,
é aconselhável que remeta
sempre a decisão final para “alguém”
na sede. Os Chineses nunca tomam decisões
no momento e você poderá ser
colocado numa posição desconfortável.
Na China, todos os negócios têm
um conteúdo social, político
e econômico. Mostre-se paciente.
Nunca vá
sozinho para reuniões ou negócios
na China. Os Chineses negociam sempre em
grupo e, se você for sozinho, possuem
desde o início uma vantagem. É
aconselhável que as delegações
estrangeiras tenham um mínimo dois
a até dez membros.
Ao contrário
de outros povos asiáticos, os chineses
não têm qualquer problema em
negociar com mulheres. O fato de ser mulher
não coloca a chefe de uma delegação
estrangeira em posição de
desvantagem na relação de
negócios. Existem muitas mulheres
em posição de chefia intermediária
na China e é natural que algumas
participem de negociações.
Não é, entretanto, habitual
que os Chineses se façam acompanhar
de suas esposas em qualquer situação
social como, por exemplo, durante banquetes.
Apesar disso, as esposas de convidados estrangeiros
serão bem recebidas nessas ocasiões.
Contrato ou "guanxi"
O Ocidente
e o Oriente têm idéias diversas
sobre a inviolabilidade do contrato. Os
Chineses encaram o contrato como algo necessário
para tratar com os Ocidentais porém,
no dizer de muitos observadores, “assinam
todos os contratos que quisermos, mas depois
é que começam as verdadeiras
negociações”.
Na China,
o contrato é, mais do que qualquer
outra coisa, um símbolo da harmonia
das relações entre as partes.
Ele é o início da relação:
agora são “amigos” e
podem começar a pedir favores um
ao outro. Para os Chineses, nada do que
está escrito no contrato é
imutável, porquanto acreditam que
qualquer relação é
uma negociação contínua,
e que os contratos devem poder ser modificados
para se ajustar às circunstâncias
do meio em permanente mudança.
Para evitar
surpresas, o empresário ocidental
deve encarar o contrato como uma carta de
intenções, e manter-se atento
a toda mudança de situação.
Se ocorrerem problemas, as partes poderão
sentar-se frente-a-frente, ou solucionar
diferenças através de intermediadores
(guanxi), em vez de escrutinarem um texto
na procura de uma solução
ou, ainda menos, consultarem um advogado.
Os povos asiáticos têm a idéia
de que os advogados causam mais problemas
do que resolvem, e lidar com eles é
um mal inevitável quando se negocia
com Ocidentais. Se, mesmo assim, insistir
em levar o seu advogado para as reuniões,
procure não lhe atribuir valor demasiado.
No contexto
chinês o “guanxi” assume
um caráter muito semelhante ao contrato
no caso da empresa ocidental, em geral representado
por pessoas ou entidades. “Guanxi”
é uma expressão fundamental
e designa a complexa rede de relações
indispensáveis ao funcionamento social,
político e organizacional na China.
Quando alguém faz um pedido a um
detentor de recursos (quaisquer que eles
sejam), este, ao invés de se debruçar
sobre um papel, considera o tipo de relação
(guanxi) existente entre ambos, para depois
adotar comportamento de acordo com regras
específicas de interação
social. Se não se conhecer o detentor
de recursos, pode ser solicitada a intervenção
de um intermediário, de preferência
de posição elevada.
A fim de
conseguir o que pretende, um negociador
Ocidental, tal como um Chinês, deve
desencadear uma série de estratégias
no sentido de melhorar a sua influência
junto da pessoa ou organização
que pretende atingir. As estratégias
mais comuns para fortalecer o “guanxi”
são as que envolvem o aumento deliberado
da interação social entre
as partes como visitas, presentes e convites
para banquetes ou ocasiões especiais.
Se as estratégias para se obter “guanxi”
forem bem sucedidas, ele poderá abrir
as portas para oportunidades comerciais.
Uma vez iniciado,
o “guanxi” deve ser mantido.
Os indivíduos (ou organizações)
com “guanxi” podem relacionar-se
com uma ou mais pessoas em comum, todas
elas formando uma rede interpessoal mais
ou menos extensa, de importância vital
para o negócio, e regendo-se por
algumas normas chinesas como, por exemplo,
a reciprocidade e a confiança.
Os presentes
Os chineses,
como todos os povos asiáticos, atribuem
enorme importância à troca
de presentes. Em negócios, os presentes
são utilizados como uma espécie
de “lubrificante social”, para
facilitar a relação. Pode
existir também expectativa implícita
de troca de favores que se seguiria com
a troca de presentes. A troca faz-se, via
de regra, durante o banquete, ou na reunião
do último dia da visita.
Nem todos
os presentes são uma boa escolha.
Devem ser evitados presentes como relógios
de mesa ou de parede, nem mesmo se esses
forem o produto que sua empresa fabrica.
Em chinês, “oferecer um relógio”
significa “assistir um parente moribundo”.
Também deve ser evitado o oferecimento
de chapéus e bonés de cor
verde, pois significa marido traído.
A embalagem
não é muito importante. Ao
contrário dos Japoneses, os Chineses
não dão grande importância
ao embrulho dos presentes. Há, contudo,
algumas cores como o branco (sinal de luto)
que não devem ser utilizadas nas
embalagens. A melhor embalagem é
vermelha (cor positiva, assinala a alegria,
na China) ou dourada, ou uma combinação
de ambas as cores.
Os presentes,
tal como no Japão, não são
abertos na presença de quem os oferece.
Esta atitude permite que nenhuma das partes
perca a “face”, caso o presente
não corresponda às expectativas
ou serem indevidas. Contudo, se, por alguma
razão excepcional, você for
instado a abrir o presente, deve fazê-lo.
Deve-se utilizar as duas mãos para
dar ou receber presentes, a mesma regra
se aplica para dar ou receber drinques.
Antes de
aceitar o presente, os Chineses tendem a
recusá-lo, pelo menos uma vez e,
em regra, três vezes. Esta é,
porém uma norma de etiqueta, e a
oferta só deverá ser retirada
se você de fato sentir uma relutância
genuína na sua aceitação.
Ao aceitar ou oferecer presentes, deve-se
atentar para a regra da reciprocidade. Espera-se
que, na troca de ofertas, haja um equilíbrio
entre o que se recebe e o que se dá,
sob pena de se perder a face. O valor da
oferta deve estar de acordo com o valor
da relação: se demasiado pequeno,
poderá ofender quem recebe e, se
em excesso, poderá parecer suborno.
O banquete
Quando em
viagem de negócios à China,
os empresários estrangeiros são
geralmente convidados para um ou mais banquetes.
Os Chineses são anfitriões
excelentes e generosos, por isso é
fácil a um Ocidental interpretar
a exclusividade do convite como um sinal
de que o negócio está no bom
caminho. Não é necessariamente
assim. Os banquetes são uma forma
muito comum de se cumprir obrigações
sociais e não exprimem qualquer intenção
da parte chinesa quanto ao futuro negócio.
Tipicamente,
o banquete chinês tem muitos pratos,
dependendo da importância do convidado
ou do banquete em si. Entre nove a treze
pratos poderá ser considerado um
bom jantar. Não é considerado
indelicado deixar comida nos pratos, embora
se deva provar de tudo. Não pare
de comer de repente, no meio de uma refeição:
o seu anfitrião poderá pensar
que, de alguma forma, o ofendeu. Durante
a refeição, é dever
de quem convida zelar para que os copos
estejam sempre cheios. Se não pretender
beber mais, não os toque.
Comer ruidosamente
(a sopa e o macarrão em especial)
é um sinal de que a comida é
saborosa. A excelência da comida é
um tópico favorito de conversação
durante a refeição e não
é natural que se discutam negócios
durante a mesma. Muitas refeições
são acompanhadas de bebidas álcoólicas
(em geral, Maotai, aguardente de cereais
semelhante à vodka) e os brindes
são freqüentes.
Findo o jantar,
ao contrário do que se passa no Ocidente,
todos os convidados abandonam de imediato
o local. Por isso, se tiver algo de importância
a dizer, deve fazê-lo antes. Logo
que a oportunidade surgir, você deverá
retribuir o convite.
Notas finais
Quando seu
interlocutor chinês acena repetidamente
com a cabeça, não quer dizer
que está de acordo, mas apenas que
o ouve.
Nas negociações,
os Chineses buscam uma relação
duradoura, e esta é pessoal.
O “guanxi”é
um requisito prévio para se fazer
negócios na China. Se você
for apresentado pela pessoa certa receberá
uma recepção calorosa; se
bater sozinho a uma porta, cria-se imediatamente
uma distância que será posteriormente
difícil de superar.
Os Chineses
são negociadores exímios,
para quem o pensamento estratégico
é uma disciplina formal: é
fácil a um Ocidental deixar-se enredar
pelas táticas de negociação
que os Chineses utilizam com destreza.
Enquanto
para os Ocidentais o negócio é
uma questão de intuição,
na China até mesmo crianças
estão familiarizadas com “Os
36 Estratagemas” ou “A Arte
da Guerra”, formulados por Sun Tzu,
estrategista militar que viveu no século
IV AC (época dos “Reinos Combatentes”)
e aplicam-nos no seu dia-a-dia.
O segredo
em ser bem sucedido na China está
naquilo que os Chineses chamam a arte de
“mascar sementes de girassol”,
isto é, ter paciência para
compreender e aceitar as diferenças.
Os ganhos esperados poderão exceder
em muito o tempo investido.
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